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sábado, 1 de dezembro de 2007

NATAL / ALEGRIA


Nascimento de Jesus imprimiu alegria

Aconteceu na Judeia na pacata Belém

Tanta esperança no mundo então surgia

Ah! Quanto os pastores louvaram a Deus tão bem,

Literalmente o Natal dava harmonia.


Alegria transbordava em muitos corações
Liquidamente Jesus trazia liberdade,
Ele pregaria o Evangelho a multidões;
Graça emanaria cheia de luz e verdade
Restauraria contritos cheios de frustrações
Imensos curaria provando divindade
Amor manifestaria nas Suas actuações.

Luís Correia

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Gratidão...

Nas linhas com que se tecem sentimentos
há um brilho que oscila mas não se apaga.
Essas linhas são a voz, o olhar, as mãos,
os gestos, a essência, o perfume, o momento...
E tudo brilha na amizade.
Na entrega sem medo, no poema sem regra,
no carinho sem preço, na viagem pelo vento
de mãos dadas com a sinceridade,
nas plumas da verdade,
entre oceanos de abraços
quando chegam os cançassos,
e a tristeza invade...
Aí então se encontra a razão
para se tocar a amizade sincera
e nela escrever a gratidão
pois por ela chega à vida, a Primavera!

Obrigada pela vossa Amizade Preciosa...

Soninha

domingo, 25 de novembro de 2007

A 1 mês do...

NATAL

O célebre Natal maravilhoso.
O nascimento do Menino Jesus
Foi de facto belo e glorioso
Surgiu no mundo a divina luz.

O Natal é lindo e admirável
No Povo há mais fraternidade
Na família há algo mais agradável
Há prendas e quer-se prosperidade

As crianças gostam muito do Natal
Há Festas nas Escolas e nos lares
É um tempo que lhes é especial
Com enfeites lindos e espectaculares

Chocolates, bolos e rebuçados
Abundam na Época de Natal
Povoações e lares enfeitados
É um tempo de Festa afinal.

Mas não basta o fraternal movimento
Para o nosso vazio preencher
Temos que ter Jesus no pensamento
E o amor de Deus nosso coração encher.
Luís Correia

sábado, 24 de novembro de 2007

Natal!!!

É só com JESUS.

-SEMPRE!!!

* * * * *

BREVEMENTE encontrará aqui... POESIA de NATAL. Volte, BREVE.

“Obra da Cruz”

As lágrimas e a tristeza do crente
É prova do sentimento que sente
É qual sal que a vida tempera
É flor que lhe perfuma a primavera
É bálsamo que ao espírito amacia
É água cristalina que à alma sacia
É sol que nasce e dia anuncia
É horizonte, qual fonte de luz
Que nasce e resplandece da obra da cruz.


José Luís
S. Miguel – Açores

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Nasceu HOJE: Com POESIA...

Este espaço surgiu de uma conversa nesta tarde, na hora do almoço, durante a última CADP em Fanhões.
O mote da conversa era este mesmo poema, que se segue e que na altura estava em fase de arranjos...
FF
Poema colocado só a: [01DEZ2007]

INVEJA


Inveja é descontentamento
Para com o outro em seu bem
E o desejo violento
De possuir o que o outro tem.


É não querer que o outro tenha
Uma coisa determinada
O invejoso desdenha
Da pessoa abençoada.


É querer que o outro não tenha
Algo que o satisfaz
É querer que o outro não obtenha
Certa honra, bem ou paz.


A inveja é tristeza
Pela glória que o outro tem
É mais que indelicadeza
E amargura contém.


Inveja é não querer ver
O bem estar de alguma gente
É querer ver retroceder
Quem prosperou felizmente.


Inveja é má vontade
Para com um semelhante
É não querer a felicidade
Do outro mas velo errante.


A inveja é tão vil
Que a quem a tem envergonha
É contra as bênçãos mil
De alguém que a elas se exponha.


É desejar com alegria
Ver o outro em desgraça
É contra a paz e harmonia
Não tem princípios nem graça.


É qual cadela raivosa
Que até morde em quem a tem
Morde a alma mais formosa
E ladra sempre a alguém.


A inveja é maliciosa
Sorrateira e dissimula
Caprichosa e venenosa
Quem a tem não a regula.


Duradoura e resistente
Calculista e incontrolável
Ela afecta tanta gente
Até é insaciável.


Inveja é algo doentio
É a dor do cotovelo
Não tem beleza nem brio
Até perturba o que é belo.


Fariseus e Saduceus
Por inveja acusaram Cristo
Mataram o Filho de Deus
Pilatos consentiu isto.


Contra este grande mal
Há pois uma solução
Um arrependimento real
Fé em Cristo e conversão.


Luís Correia